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O conto do olho que saiu pelo nariz Diego Aguiar Vieira Buscou no
fim da história, as lembranças que havia juntado naqueles tempos de guerra. A
mala cheia, carregava fotografias, cartas, beijos e perfumes. E alguma dor,
também. Abraçou o
próprio corpo e agradeceu pela vida, o vento contra o corpo, os lábios roxos de
frio. Agora olhe
pra cá. Veja esse lindo olho atrás da vitrine. Ele é especial. Tem sua origem
em um mundo desconhecido. Além dos desejos, na plena satisfação de Ser. Um
pouco de amor fê-lo assim. Aquela paz
ali, no entanto, não é para você. Sinto muito. Esse desespero é verdadeiro.
Talvez, seja só o que há. Eu deveria
apagar essas palavras pessimistas. Mas não o farei. Permanecerão aqui, como o
tempo que se esvai e perde o significado. Perdi a
paixão por personagens, as outras pessoas estão indo embora. Escorrendo por
entre meus dedos. Isso é assustador. É novo. Eu posso
agüentar. Eu aceito esse desafio. Mais do que isso, eu o quero. |
| nay November 25, 2007 04:09 PM PST bem, vc abe como sou...para alem de sua insistencia medonho em dizer que Fome Animal não foi o primeiro, eu ainda sinto sua falta e adoro, mas adoro mesmo tudo que voce escreve, e olha que não vinha na sua casa amuito tempo... | ||
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